quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Medalhista de ouro desembarca no Brasil e valor da mala chama atenção

 

👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀

Após conquistar o lugar mais alto do pódio nas Olimpíadas de Inverno, o medalhista de ouro Lucas Pinheiro desembarcou em São Paulo nesta semana.

O retorno ao país, marcado por muita emoção e orgulho nacional, também chamou a atenção por um detalhe sofisticado: a escolha impecável de suas bagagens.

Acompanhado pela icônica marca alemã RIMOWA, o atleta mostrou que a excelência das pistas também se reflete em seu estilo de vida.

Ao aterrissar em solo brasileiro, Lucas trouxe duas malas da marca. A RIMOWA Classic Cabin, na cor Prata (R$ 10.200,00), e a RIMOWA Hybrid Check-In L, na cor Sky Blue (R$ 9.000,00).

O luxo nos detalhes

RIMOWA Classic Cabin

Confeccionada em alumínio anodizado de alta qualidade, a peça conta com elegantes alças em couro. Esse modelo é o equilíbrio perfeito entre a engenharia de ponta e uma estética refinada, feita para durar uma vida inteira.

RIMOWA Hybrid Check-In L

Esta linha é famosa por sua inovação técnica, combinando materiais avançados para oferecer resistência extrema sem abrir mão da leveza. A cor azul céu deu um toque moderno e vibrante ao desembarque do campeão.

Sobre o Lucas Pinheiro

Lucas Pinheiro é o grande nome do esqui brasileiro, tendo feito história ao conquistar uma medalha inédita para o país em Olimpíadas de Inverno. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, o atleta conquistou a primeira medalha do Brasil e da América Latina nos Jogos Olímpicos de Inverno.

Atualmente, ele namora a atriz brasileira Isadora Cruz.

https://www.instagram.com/reel/DU58c7QkW2z/ 

Leia também

Skincare aos 50 anos: o que muda nos cuidados com a pele?

Veja 7 truques de beleza que economizam tempo no dia a dia

Ela não deveria mais existir: a tendência que a moda decretou ultrapassada voltou direto das passarelas para o street style e até em novela da Globo

 

👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀

Para muitos ela é um símbolo de um tempo em que o padrão de corpo era rígido, excludente e pouco generoso com mulheres reais. Ainda assim, contra todas as previsões e apesar do pavor que o simples nome provoca em muita gente, a peça voltou. 

Primeiro de forma tímida nas passarelas internacionais em grifes de peso como FendiVersace e Balmain. Depois, ganhou as ruas, o guarda-roupa das celebridades e agora aparece, sem pedir licença, até na novela da Globo. Sabe de qual peça estou falando?

O que está por trás desse retorno que ninguém esperava?

Você treme só de ouvir o termo “calça de cintura baixa”? Saiba que não está sozinha. A peça carrega uma memória coletiva pesada, especialmente para mulheres que viveram os anos 2000, quando o corpo ultramagro, inspirado no padrão da Victoria’s Secret daquela época, dominava campanhas, capas de revista e videoclipes. Muitas mulheres se sentiam desconfortáveis com o cós extremamente baixo, que exibia o umbigo e os ossinhos do quadril como regra, não como opção.

Ainda assim, o revival é real. Hit absoluto nos anos 2000, a calça de cintura baixa vive hoje um novo momento de euforia, impulsionada pela onda de nostalgia que vem resgatando símbolos daquela década. E, como costuma acontecer na moda, o que era “cafona” ontem reaparece como “conceito” hoje.

A 'irmã mais velha' da cintura baixa

Segundo a revista Elle, a história da peça começa bem antes dos anos 2000. O editor de moda Lucas Boccalão explica que, até os anos 1960, o gancho padrão das calças era longo. “A altura do cós tinha normalmente 30 centímetros. O que hoje é considerado cintura alta, naquela época era calça normal”, afirma, segundo a publicação. Foi durante os chamados Anos Rebeldes, período de intensas transformações culturais, que a barriga começou a aparecer, inicialmente nas praias.

Reduzindo cerca de 10 centímetros do gancho, surgiram as calças Saint Tropez, batizadas em homenagem à cidade da Riviera Francesa Saint-Tropez, ponto de encontro da alta sociedade e de celebridades no verão europeu. “Essa foi uma grande inovação, porque mostrava uma parte da barriga e descia até depois do umbigo. Começou nas praias, depois foi para as ruas e, aos poucos, o modelo foi se transformando”, relembra o especialista.

O estilista que levou o corte ao limite

Décadas depois, em 1995, o inglês Alexander McQueen decidiu ir ainda mais longe. Em seu primeiro desfile, apresentou calças com cós extremamente baixo, que mostravam muito mais do que o umbigo. A modelo Kate Moss desfilou com a peça, conhecida como bumster, causando escândalo imediato.

A coleção, batizada de “Highland Rape”, fazia referência aos estupros cometidos por forças inglesas durante a invasão da Escócia no século 18. “Foi um grito contra designers ingleses vestindo roupas escocesas extravagantes”, disse McQueen à revista Time Out em 1997, conforme resgatado pela Elle. O choque estava lançado.

Quando a cintura baixa virou uniforme pop

No início dos anos 2000, o gancho curto saiu das passarelas e tomou conta das ruas. Muito disso se deve às it-girls da época. “No início dos anos 2000, tinha o reality show Simple Life, estrelado pela Paris Hilton e pela Nicole Richie. As duas tinham uma influência gigantesca”, conta Boccalão.

Ao lado delas, Britney Spears transformou a cintura baixa em assinatura pessoal, exibindo o modelo em clipes, shows e aparições na TV. Christina AguileraMariah Carey e Beyoncé também entraram na disputa silenciosa de quem usava o cós mais baixo.

Segundo o editor, John Galliano, então à frente da Dior, foi decisivo para consolidar a tendência. “Ele colocou a cintura baixa em todos os desfiles e campanhas no início dos anos 2000. Foi o auge”, afirma.

Da novela ao aeroporto: o revival brasileiro

Hoje, o Brasil acompanha esse retorno quase diariamente. Na novela das 19h da Globo, a personagem Agrado Garcia, interpretada pela atriz Isadora Cruz, surge com frequência usando jeans de cintura baixa, reforçando a estética nostálgica. Fora da ficção, a atriz também foi flagrada em um aerolook com o modelo ao lado do medalhista olímpico Lucas Pinheiro Braathen.

Além dela, outras fashionistas e it girls brasileiras como Sabrina SatoBruna MarquezineVirgínia Fonseca e Yasmin Brunet também já apostaram na peça. E você? Vai aderir ou só observar de longe?

Entenda: como VENCEMOS os petistas hoje na CPMI do INSS? DESLIGA A TV ABERTA INCLUSIVE A GLOBO E O SBT ESPALHEM EM GERAL

 

👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀

🚨🇧🇷 FLÁVIO BOLSONARO LIDERA PESQUISAS DESLIGA A TV ABERTA INCLUSIVE A GLOBO E O SBT ESPALHEM EM GERAL

 

👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀

🛑🇧🇷IMAGENS EMOCIONANTES: NIKOLAS LIGA PARA FLÁVIO BOLSONARO E MOSTRA A REALIDADE DE JUÍZ DE FORA! DESLIGA A TV ABERTA INCLUSIVE A GLOBO E O SBT ESPALHEM EM GERAL

  👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀👀