sábado, 1 de agosto de 2026

Nathalia Dill, hoje aos 40 anos, sobre autocuidado: 'Prefiro não usar maquiagem no dia a dia e ficar mais saudável. Tem gente que está maquiada todo dia, mas ao mesmo tempo sacrifica a pele'

 

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Nathalia Dillque atualmente brilha na pele de Francesca em "Quem Ama Cuida", chama atenção não só pelo talento na teledramaturgia, mas também pela pele impecável e pela beleza natural. E o melhor: a atriz já revelou alguns de seus "segredos" de autocuidado em entrevista à própria Globo.

Dona de personagens marcantes, como a Santinha de "Paraíso" (2009) e Fabiana em "A Dona do Pedaço" (2019), Nathalia sempre defendeu uma relação mais leve com a beleza e costuma priorizar a saúde da pele em vez do excesso de maquiagem.

Nathalia Dill sobre maquiagem: 'Prefiro não usar'

Em 2012, quando vivia a Débora em "Avenida Brasil" - novela que está em reprise atualmente -, a atriz contou ao Gshow alguns de seus principais hábitos de autocuidado. "Sempre penso no conceito de vaidade, e para mim ele está ligado à saúde. Prefiro não usar maquiagem no dia a dia e ficar mais saudável. Tem gente que está maquiada todo dia, mas ao mesmo tempo sacrifica a pele", afirmou.

Na mesma entrevista, Nathalia explicou que sua rotina de beleza é baseada em cuidados simples, mas constantes. "Como a minha pele é sensível e oleosa, sempre tenho muito cuidado com a limpeza. Passo tônicos e adstringentes. Dormir de maquiagem é um tiro no pé. Quando não estou trabalhando, tento não colocar maquiagem, não faço escova e deixo as unhas descansarem do esmalte. É isso que dá saúde!", completou.

Embora mantenha autocuidado, atriz não teme o passar dos anos

A alimentação também faz parte dos cuidados da artista. Na ocasião, ela revelou que costuma tomar bastante chá para ajudar na retenção de líquidos. "O corpo sempre retém muito líquido e o chá ajuda a desintoxicar", explicou. "Na minha alimentação, não faltam frutas e alimentos orgânicos. Consigo sentir a diferença até no gosto! Prefiro sempre comer várias porções ao longo do dia. Faço isso naturalmente", detalhou.

Entre os hábitos voltados ao bem-estar, Nathalia também contou que praticava ioga, pilates e corrida. Atualmente, a atriz segue mantendo uma rotina de exercícios físicos e encara o passar dos anos com tranquilidade. Ao completar 40 anos, ela falou sobre a nova fase em entrevista à Caras.

"Acho que rola uma ansiedade toda vez que você muda de década. Mas essa maturidade que vem é muito boa. Eu estou muito feliz com a minha fase atual. Bem com a minha família, bem com o meu trabalho e com ânimo para viver coisas novas", declarou.

Michelle Bolsonaro toma decisão drástica em relação ao PL

 

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Desde que Michelle Bolsonaro foi obrigada a deixar o comando do PL Mulher, ficou no ar uma questão: quando ela retomaria o controle do espaço político que ajudou a construir ao longo dos últimos dois anos?

No entanto, ao conversar com a imprensa nesta sexta-feira (31), ela foi enfática ao responder a uma pergunta sobre quando retornaria ao comando do PL Mulher: “Ciclo encerrado.”

A dura resposta de Michelle Bolsonaro, às vésperas da convenção estadual do PL no Distrito Federal, marcada para domingo (2), aumenta ainda mais as dúvidas sobre uma eventual candidatura da ex-primeira-dama ao Senado.

https://x.com/EleicaoBr2026/status/2083321391210733864

Valdemar revela condição para Michelle Bolsonaro ser candidata

O nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, desde que começaram as discussões sobre as eleições de 2026, já foi citado para disputar a Presidência da República, ocupar a Vice-Presidência em uma chapa com Tarcísio de Freitas e, agora, concorrer ao Senado pelo Distrito Federal.

Porém, desde que tentou implodir a aliança entre o PL e o PSDB no Ceará, Michelle Bolsonaro foi escanteada das discussões eleitorais. Mais recentemente, após publicar um vídeo contra Flávio Bolsonaro, foi obrigada a se afastar do PL e a deixar o comando do PL Mulher.

No entanto, a pergunta permanece: Michelle Bolsonaro será candidata ao Senado pelo Distrito Federal? A resposta foi dada na tarde desta sexta-feira (31) por Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, após tomar um café com a ex-primeira-dama.

Segundo Valdemar, Michelle Bolsonaro só será candidata ao Senado se o ex-presidente Jair Bolsonaro autorizar:

“Ela disse que vai resolver com o marido dela [Jair Bolsonaro]. Porque ela tem que cuidar do marido. Então, ela vai resolver isso até domingo. Quem vai decidir é o Bolsonaro.”

No domingo (2), ocorre a convenção estadual do PL no Distrito Federal, quando será anunciado se Michelle Bolsonaro será ou não candidata ao Senado.

Damares cita Michelle e pede para Bia Kicis deixar PL em provocação a Flávio Bolsonaro

Damares Alves convidou a deputada federal Bia Kicis a deixar o PL e se filiar ao Republicanos durante a convenção distrital da legenda, realizada nesta quinta-feira (30), em Brasília. No mesmo discurso, a senadora colocou Michelle Bolsonaro no centro da articulação eleitoral e projetou as três juntas no palanque da governadora Celina Leão (PP).

A declaração foi feita diante de Bia, presidente do PL no Distrito Federal e candidata ao Senado. Damares pediu que a deputada imaginasse uma atuação conjunta com ela e Michelle para apoiar Celina e o candidato a vice-governador Gustavo Rocha (Republicanos). Em seguida, abriu publicamente as portas de seu partido para a parlamentar.

“Bia, o Republicanos te acolhe. Se você quiser, muda para esse partido também, porque aqui nós somos dez.”

https://x.com/Pri_usabr1/status/2083014973870002406

Flávio Bolsonaro não foi citado nominalmente. O convite, porém, ganhou o peso de uma provocação ao candidato presidencial do PL por ocorrer em meio ao racha que afastou Damares da equipe de campanha do senador e colocou Michelle em confronto com o enteado e com dirigentes da própria legenda.

Damares transforma palanque de Michelle em recado a Flávio Bolsonaro

A fala de Damares não foi apenas uma brincadeira sobre filiação partidária. A senadora reuniu no mesmo discurso duas das principais lideranças femininas do campo bolsonarista no Distrito Federal e sugeriu que uma delas abandonasse justamente o partido comandado no estado por Bia Kicis e usado por Flávio para disputar a Presidência da República.

Damares tornou-se uma das principais defensoras de Michelle durante a guerra interna no bolsonarismo. Em julho, a senadora deixou a equipe responsável pela elaboração do plano de governo de Flávio Bolsonaro depois de afirmar que vinha sendo atacada por integrantes da própria direita.

O afastamento ocorreu após Damares tomar partido de Michelle nas disputas pelo comando político da extrema direita. A ex-primeira-dama acusou Flávio de humilhá-la e de agir contra suas articulações eleitorais. A crise também envolveu a direção nacional do PL e os espaços controlados por Michelle dentro da sigla.

Damares ainda celebrou publicamente a decisão da aliada de sair do comando nacional do PL Mulher. Na ocasião, a senadora afirmou sentir “orgulho” de Michelle e tentou apresentar a saída como uma decisão voltada aos cuidados com Jair Bolsonaro. O gesto, no entanto, ocorreu no auge do confronto entre a ex-primeira-dama, Flávio e a cúpula partidária.

Nesse contexto, convidar Bia Kicis a trocar o PL pelo Republicanos diante de apoiadores e dirigentes amplia o recado. Damares demonstrou que pretende preservar um núcleo político ligado a Michelle, mesmo sem subordinar esse grupo à campanha presidencial de Flávio.

Republicanos apoia Bia Kicis e, ao mesmo tempo, oferece filiação

A provocação ocorreu em uma convenção construída para demonstrar unidade entre Republicanos, PP e PL no Distrito Federal. De acordo com o balanço oficial publicado pelo Republicanos-DF, o partido homologou Gustavo Rocha como candidato a vice-governador na chapa de Celina Leão, confirmou seus candidatos proporcionais e declarou apoio à candidatura de Bia Kicis ao Senado.

O convite de Damares, portanto, criou uma situação incomum. O Republicanos apoia Bia como candidata do PL, mas a principal liderança da sigla no Distrito Federal aproveitou o palanque para dizer que a deputada seria acolhida caso decidisse abandonar o partido de Flávio Bolsonaro.

Em seu discurso, Bia preferiu reforçar a aliança eleitoral. A deputada afirmou que PL, Republicanos e o partido de Celina Leão caminhariam juntos e projetou o grupo como força para eleger representantes à Câmara Legislativa do Distrito Federal, à Câmara dos Deputados e ao Senado.

Bia também mencionou Michelle como colega de partido e pré-candidata ao Senado. A afirmação foi acompanhada por Celina e Damares, que falaram sobre a disputa eleitoral como se os dois nomes do grupo para as vagas de senadora já estivessem definidos.

Celina declarou que Bia e Michelle seriam as candidatas da chapa e afirmou que o grupo precisaria eleger ambas para impedir o avanço de candidaturas de esquerda. Com isso, a ex-primeira-dama tornou-se uma das entidades centrais da convenção do Republicanos mesmo sem ter oficializado pessoalmente sua entrada na disputa.

Michelle Bolsonaro ainda não confirmou candidatura ao Senado

A assessoria de Michelle Bolsonaro informou ao jornal Correio Braziliense que somente a ex-primeira-dama poderia falar oficialmente sobre sua candidatura e que esse anúncio ainda não havia sido feito. A manifestação contrasta com o discurso das aliadas, que já tratam sua participação na eleição como definida.

A possível candidatura de Michelle tem peso na formação da chapa conservadora no Distrito Federal. Em 2026, serão disputadas duas vagas por unidade da federação no Senado. Bia conta com a presença da ex-primeira-dama para fortalecer o palanque, ampliar a mobilização do eleitorado bolsonarista e estimular o segundo voto entre apoiadores da direita.

Uma pesquisa divulgada em julho e publicada pela Fórum mostrou Michelle entre os nomes mais competitivos para o Senado no Distrito Federal. Bia também aparece na disputa, mas com desempenho inferior ao da ex-primeira-dama nos cenários testados.

A projeção feita por Damares aponta para a formação de um bloco liderado por mulheres da extrema direita no DF. A senadora já tem mandato até 2031, enquanto Bia e Michelle são tratadas pelas aliadas como candidatas às duas vagas em disputa. Celina Leão, por sua vez, busca permanecer no governo local ao lado de Gustavo Rocha.

O movimento não representa, por enquanto, uma ruptura formal de Bia Kicis com o PL. A deputada segue filiada à legenda e conta com o apoio oficial do Republicanos para concorrer ao Senado. Ainda assim, o convite público expõe a disputa por influência dentro do bolsonarismo e mostra Damares usando a força eleitoral de Michelle para marcar distância da campanha de Flávio Bolsonaro.

Michelle Bolsonaro como escudo eleitoral: a estratégia do clã para 2026 e o papel das investigações

 

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse a jornalistas, nesta sexta-feira (31), que está em conversas com o marido para definir sua candidatura ao Senado pelo Distrito Federal em 2026. “Estou conversando com ele, mas a gente deve definir até amanhã [sábado]. Aí devo me pronunciar na convenção. Mas estou cuidando dele, prioridade”, declarou, após reunião com Valdemar Costa Neto em uma doceria próxima ao condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.

A declaração de Valdemar foi ainda mais direta sobre quem manda na decisão. “Quem vai decidir é o Bolsonaro, sobre se ela sai como candidata ou não”, afirmou o presidente do PL ao sair do encontro com Michelle, acrescentando que ela “tem que cuidar do marido” e que “é muito difícil fazer campanha” nessa situação. A formulação de Valdemar não deixa margem para ambiguidade: a ex-primeira-dama, figura pública com agenda própria e trajetória política consolidada, subordina formalmente sua decisão eleitoral ao marido preso em casa.

O papel de Bolsonaro e o ‘ciclo encerrado’ no PL Mulher

Michelle Bolsonaro foi explícita ao descrever sua situação: “Estou limitada também. Estou com meu marido e isso me impossibilita de fazer campanha. Tudo o que faço, gosto de fazer bem-feito”.

A justificativa, apresentada como razão pessoal, carrega peso político evidente, com a ex-primeira-dama atuando como uma espécie de “escudo eleitoral” do clã.

Ao colocar os cuidados com Bolsonaro como condicionante de uma candidatura ao Senado, Michelle constrói uma narrativa em que a dedicação ao marido e o engajamento eleitoral se confundem, tornando a própria campanha uma extensão do apoio ao ex-presidente.

A ex-primeira-dama revelou ainda que evita falar de política em casa para “proporcionar um lar mais tranquilo”, citando os episódios de soluço de Bolsonaro como consequência da tensão. “O soluço é resultado de tensão. Eu tento proporcionar o lar tranquilo para a gente não ter que conversar sobre esses assuntos”, disse.

No campo partidário, Michelle confirmou que sua passagem pela presidência do PL Mulher é um “ciclo encerrado”. Valdemar Costa Neto anunciou que a secretária-geral Ana Munhoz assumirá a coordenação da ala feminina do partido, com o aval da ex-primeira-dama. A saída de Michelle do cargo ocorreu após um acordo intermediado pelo próprio Valdemar, em meio a críticas públicas que ela fez a Flávio Bolsonaro, enteado e senador pelo PL.

As investigações e o futuro político do clã Bolsonaro

A prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, invocada por Michelle como razão central para sua “limitação” em fazer campanha, é também o pano de fundo político mais relevante de toda essa movimentação. Michelle afirmou que Bolsonaro “está sendo injustiçado” e criticou a suspensão de visitas ao ex-presidente, reforçando a narrativa de perseguição política que o clã cultiva desde as investigações que levaram à sua prisão. Essa narrativa, se Michelle concorrer, tende a ser o eixo de uma eventual campanha.

A possível candidatura da ex-primeira-dama pode ser lida como uma estratégia para manter o sobrenome Bolsonaro em evidência institucional num momento em que o ex-presidente enfrenta restrições concretas à sua atuação pública. A decisão de Michelle ser atribuída a Jair Bolsonaro, como declararam tanto ela quanto Valdemar Costa Neto, sugere que a movimentação está alinhada a uma estratégia mais ampla de defesa e projeção política do clã. Ao mesmo tempo, a ex-primeira-dama deixou claro que, mesmo sem candidatura própria, seguirá na campanha do partido, apoiando Bia Kicis ao Senado e os demais nomes do PL no DF. O domingo (2) dirá se Michelle entra na disputa ou se permanece como força de apoio, mas, de qualquer forma, o papel de Bolsonaro como centro gravitacional da decisão já foi publicamente estabelecido pelos dois lados.

Reconciliação com Flávio e cenário político no DF

Apesar de a reconciliação com Flávio Bolsonaro ter sido anunciada publicamente, Michelle confirmou que os dois ainda não se encontraram pessoalmente. “Não me encontrei com Flávio. Domingo, com certeza, né? Se ele estiver. Eu quase não tenho saído de casa”, disse. O reencontro deve ocorrer justamente na convenção do PL, onde a candidatura de Michelle também deve ser anunciada, tornando o evento um ponto de convergência para a recomposição interna do clã.

Nos bastidores do partido, a candidatura de Michelle é tratada como praticamente certa. O irmão dela, Diego Torres Dourado, é cotado para concorrer como suplente, e a deputada Bia Kicis (PL-DF) deve disputar a outra vaga ao Senado pelo DF ao lado da ex-primeira-dama, caso a candidatura se confirme. A governadora Celina Leão (PP), aliada de Michelle, trabalha ativamente para tê-la em sua chapa para a reeleição ao Palácio do Buriti. O grupo de Celina já tem alternativas mapeadas: o deputado Rafael Prudente (MDB-DF) é um dos nomes considerados, já que o MDB caminha para formalizar apoio à candidatura da governadora. Gustavo Rocha (Republicanos) foi confirmado como candidato a vice-governador na aliança entre PP e Republicanos.

Nathalia Dill, hoje aos 40 anos, sobre autocuidado: 'Prefiro não usar maquiagem no dia a dia e ficar mais saudável. Tem gente que está maquiada todo dia, mas ao mesmo tempo sacrifica a pele'

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