sábado, 28 de fevereiro de 2026
Anitta expõe drama sobre dificuldade de fazer sucesso internacional: "fracasso"
A cantora Anitta decidiu falar sobre os bastidores de sua trajetória rumo ao mercado internacional. Em uma conversa franca e reveladora, a artista carioca abriu o coração.
Ela revelou as dificuldades de equilibrar o sucesso no Brasil com a busca por espaço lá fora, e fez uma reflexão profunda sobre suas prioridades.
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Anitta confessa que pulou etapas na carreira
A funkeira admitiu que tem passado por uma verdadeira transformação interior nos últimos anos.
Segundo ela, o foco mudou: em vez de perseguir a fama a qualquer custo, Anitta diz que agora busca o autoconhecimento. “Eu não tenho mais medo do fracasso”, confessou a cantora, entregando uma nova fase de sua carreira e vida pessoal.
Durante a conversa, Anitta também abordou a pressão que sofre dos fãs para alcançar voos cada vez mais altos no cenário internacional.
A artista fez questão de diferenciar a realidade brasileira da de outros países latinos. “As pessoas tentam comparar a gente com outros cases de países que falam espanhol, mas é totalmente diferente”, explicou.
A cantora detalhou ainda o dilema enfrentado por artistas brasileiros que buscam projeção global. “Quando você é muito grande no Brasil, mas muito pequeno lá fora, você tem que se posicionar de maneiras pequenas”, afirmou.
Anitta, no entanto, revelou que sua estratégia foi outra. “Eu não fiz esse investimento pequeno, eu fiz um investimento de artista grande, só que aí a conta não fecha”, confessou, admitindo os desafios de tentar conquistar o mundo sem passar pelas etapas intermediárias.
A declaração sincera da cantora de tentar romper as barreiras do mercado internacional repercutiu entre os fãs da cantora.
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Marina Ruy Barbosa vira fotógrafa de casal que não a reconheceu; entenda
A internauta Rhayssa Braz compartilhou nas redes sociais um vídeo contando uma situação inusitada que viveu em 2024 ao lado da atriz Marina Ruy Barbosa, 30. O momento viralizou já que ela não reconheceu a artista e pediu que a atriz tirasse uma foto dela com o namorado.
Na gravação, Rhayssa conta que estava viajando com o namorado para a Coreia do Sul quando decidiu tirar uma foto em um ponto turístico. Ao ouvir uma mulher falando em português, pediu ajuda para registrar o momento.
Marina, esbanjando simplicidade, aceitou o pedido prontamente e fez o clique, além de posar ao lado do casal, que não fazia ideia do porquê ela quis aparecer na foto.
Segundo ela, a "ficha" só caiu quando já estava em casa. "A confusão estampada na minha cara que nem dava para esconder. Eu achei ela familiar, mas o 'tico e teco’' não conectaram", brincou na legenda.
"Ela foi uma diva humilde e tirou foto com a gente mesmo. Me senti a própria personagem de fanfic encontrando o ídolo e não reconhecendo", completou.
Na época do encontro, a jovem, chegou a publicar uma sequência de stories pedindo ajuda aos seguidores para confirmar se a mulher da foto era mesmo a atriz. A dúvida acabou chegando até Marina, que respondeu com bom humor.
No vídeo publicado este ano, Rhayssa mostrou o print da conversa. Rindo da situação, Marina esclareceu o mal-entendido: "Eu entendi que era comigo", escreveu divertindo os seguidores e entrando na brincadeira.
Veja o momento:
a marina ruy barbosa sem entender nada kkkkkkkkkkk pic.twitter.com/fJ4k4iJUdl
— Lucas 🦇 (@vlucasrocha) February 17, 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Medalhista de ouro desembarca no Brasil e valor da mala chama atenção
Após conquistar o lugar mais alto do pódio nas Olimpíadas de Inverno, o medalhista de ouro Lucas Pinheiro desembarcou em São Paulo nesta semana.
O retorno ao país, marcado por muita emoção e orgulho nacional, também chamou a atenção por um detalhe sofisticado: a escolha impecável de suas bagagens.
Acompanhado pela icônica marca alemã RIMOWA, o atleta mostrou que a excelência das pistas também se reflete em seu estilo de vida.
Ao aterrissar em solo brasileiro, Lucas trouxe duas malas da marca. A RIMOWA Classic Cabin, na cor Prata (R$ 10.200,00), e a RIMOWA Hybrid Check-In L, na cor Sky Blue (R$ 9.000,00).
O luxo nos detalhes
RIMOWA Classic Cabin
Confeccionada em alumínio anodizado de alta qualidade, a peça conta com elegantes alças em couro. Esse modelo é o equilíbrio perfeito entre a engenharia de ponta e uma estética refinada, feita para durar uma vida inteira.
RIMOWA Hybrid Check-In L
Esta linha é famosa por sua inovação técnica, combinando materiais avançados para oferecer resistência extrema sem abrir mão da leveza. A cor azul céu deu um toque moderno e vibrante ao desembarque do campeão.
Sobre o Lucas Pinheiro
Lucas Pinheiro é o grande nome do esqui brasileiro, tendo feito história ao conquistar uma medalha inédita para o país em Olimpíadas de Inverno. Filho de mãe brasileira e pai norueguês, o atleta conquistou a primeira medalha do Brasil e da América Latina nos Jogos Olímpicos de Inverno.
Atualmente, ele namora a atriz brasileira Isadora Cruz.
https://www.instagram.com/reel/DU58c7QkW2z/
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Ela não deveria mais existir: a tendência que a moda decretou ultrapassada voltou direto das passarelas para o street style e até em novela da Globo
Para muitos ela é um símbolo de um tempo em que o padrão de corpo era rígido, excludente e pouco generoso com mulheres reais. Ainda assim, contra todas as previsões e apesar do pavor que o simples nome provoca em muita gente, a peça voltou.
Primeiro de forma tímida nas passarelas internacionais em grifes de peso como Fendi, Versace e Balmain. Depois, ganhou as ruas, o guarda-roupa das celebridades e agora aparece, sem pedir licença, até na novela da Globo. Sabe de qual peça estou falando?
Você treme só de ouvir o termo “calça de cintura baixa”? Saiba que não está sozinha. A peça carrega uma memória coletiva pesada, especialmente para mulheres que viveram os anos 2000, quando o corpo ultramagro, inspirado no padrão da Victoria’s Secret daquela época, dominava campanhas, capas de revista e videoclipes. Muitas mulheres se sentiam desconfortáveis com o cós extremamente baixo, que exibia o umbigo e os ossinhos do quadril como regra, não como opção.
Ainda assim, o revival é real. Hit absoluto nos anos 2000, a calça de cintura baixa vive hoje um novo momento de euforia, impulsionada pela onda de nostalgia que vem resgatando símbolos daquela década. E, como costuma acontecer na moda, o que era “cafona” ontem reaparece como “conceito” hoje.
Segundo a revista Elle, a história da peça começa bem antes dos anos 2000. O editor de moda Lucas Boccalão explica que, até os anos 1960, o gancho padrão das calças era longo. “A altura do cós tinha normalmente 30 centímetros. O que hoje é considerado cintura alta, naquela época era calça normal”, afirma, segundo a publicação. Foi durante os chamados Anos Rebeldes, período de intensas transformações culturais, que a barriga começou a aparecer, inicialmente nas praias.
Reduzindo cerca de 10 centímetros do gancho, surgiram as calças Saint Tropez, batizadas em homenagem à cidade da Riviera Francesa Saint-Tropez, ponto de encontro da alta sociedade e de celebridades no verão europeu. “Essa foi uma grande inovação, porque mostrava uma parte da barriga e descia até depois do umbigo. Começou nas praias, depois foi para as ruas e, aos poucos, o modelo foi se transformando”, relembra o especialista.
Décadas depois, em 1995, o inglês Alexander McQueen decidiu ir ainda mais longe. Em seu primeiro desfile, apresentou calças com cós extremamente baixo, que mostravam muito mais do que o umbigo. A modelo Kate Moss desfilou com a peça, conhecida como bumster, causando escândalo imediato.
A coleção, batizada de “Highland Rape”, fazia referência aos estupros cometidos por forças inglesas durante a invasão da Escócia no século 18. “Foi um grito contra designers ingleses vestindo roupas escocesas extravagantes”, disse McQueen à revista Time Out em 1997, conforme resgatado pela Elle. O choque estava lançado.
No início dos anos 2000, o gancho curto saiu das passarelas e tomou conta das ruas. Muito disso se deve às it-girls da época. “No início dos anos 2000, tinha o reality show Simple Life, estrelado pela Paris Hilton e pela Nicole Richie. As duas tinham uma influência gigantesca”, conta Boccalão.
Ao lado delas, Britney Spears transformou a cintura baixa em assinatura pessoal, exibindo o modelo em clipes, shows e aparições na TV. Christina Aguilera, Mariah Carey e Beyoncé também entraram na disputa silenciosa de quem usava o cós mais baixo.
Segundo o editor, John Galliano, então à frente da Dior, foi decisivo para consolidar a tendência. “Ele colocou a cintura baixa em todos os desfiles e campanhas no início dos anos 2000. Foi o auge”, afirma.
Hoje, o Brasil acompanha esse retorno quase diariamente. Na novela das 19h da Globo, a personagem Agrado Garcia, interpretada pela atriz Isadora Cruz, surge com frequência usando jeans de cintura baixa, reforçando a estética nostálgica. Fora da ficção, a atriz também foi flagrada em um aerolook com o modelo ao lado do medalhista olímpico Lucas Pinheiro Braathen.
Além dela, outras fashionistas e it girls brasileiras como Sabrina Sato, Bruna Marquezine, Virgínia Fonseca e Yasmin Brunet também já apostaram na peça. E você? Vai aderir ou só observar de longe?
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