Depois de quase ser cancelada pela Globo, Paraíso Perdido –novela originalmente pensada para a faixa das dez e depois transformada em projeto para o Globoplay– também perdeu sua protagonista. Marina Ruy Barbosa não chegou a um acordo para integrar o folhetim de George Moura e Sergio Goldenberg.
De acordo com informações da Coluna Play, do jornal O Globo, a atriz chegou a se interessar pelo papel, bastante diferente de tudo o que já fez na carreira. A produção, desenvolvida desde 2020, é baseada em quatro peças de Nelson Rodrigues (1912-1980).
Marina não conseguiu conciliar sua agenda com o cronograma de gravações. Ela daria vida a Maria Cecília, personagem de Bonitinha, Mas Ordinária (1962), uma jovem aparentemente recatada, mas ninfomaníaca, que se envolve com o cunhado, Peixoto --papel previsto para Eduardo Sterblitch.
Paraíso Perdido também adaptaria A Mulher Sem Pecado (1941), Toda Nudez Será Castigada (1965) e Os Sete Gatinhos (1980). A trama é ambientada no Rio dos dias atuais e terá 40 capítulos ao todo.
A ruiva decidiu encerrar o contrato fixo com a Globo em maio de 2024, após 20 anos na empresa. A emissora tentou manter a artista em seu banco de talentos e até ofereceu um papel no remake de Vale Tudo (2025), só que ela não aceitou a proposta.
A atriz já tinha manifestado sua vontade de dar um tempo das novelas após o fracasso de O Sétimo Guardião (2018), mas ela acabou voltando ao formato como a vilã de Fuzuê (2023).
Depois de deixar a rede da família Marinho, Marina assinou com o Prime Vídeo e gravou a série Tremembé. Ela interpreta Suzane von Richthofen, que ficou conhecida nacionalmente por planejar o assassinato dos pais.
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